Bistecas ao Molho Agridoce

Ontem só se falava sobre “comer sem frescura”, graças a um artigo da folha , segundo eles as pessoas se cansaram de tanta invencionice gastronómica. E eu acredito que eles tem razão. Comida tem que sustentar e dar prazer e a menos que se tenha sangue de nutricionista,  essas comidinhas que não ocupam mais de 30% do prato, não matam a fome. Eu sei, são vários pratos pra compor um jantar e demoram tanto, que você acaba saindo do restaurante com sono e pobre, que lá fica o dinheiro da despesa do mês.
Não vou desmerecer o trabalho dos chefs, nem o das nutricionistas, mas prefiro ficar em cima do muro. Podem me acusar, eu gosto de transitar pelos dois lados, com moderação sempre. Acredito na higiene acima de tudo, mas também acredito nas técnicas culinárias, não vou comprometer minha receita para tirar a temperatura do recheio strudel, se eu já sei que ele não atinge a temperatura ideal e é altamente perecível. É um delicioso risco que se tem que correr em nome do prazer de se alimentar bem. Acredito nos alimentos funcionais, nos termôgenicos, nas combinações com baixo índice glicemico. Mas também acredito no grande sabor do agridoce.
Por isso preparei essas bistecas, já que não tinha costelas, , uma tentativa de reprodução caseira do Outback  .
Me inspirei aqui
Tem tantas opções por lá, que ficou fácil conseguir um prato delicioso, com o que eu tinha em casa, sem me matar de raiva, por não reproduzir uma receita na íntegra .
Temperei as bistecas com sal, alho, limão, shoyu, pimenta do reino. Deixei marinando por 2 horas e fui twittar. Procurei a receita do pão, mas eu não tinha centeio, coloquei na lista de compras, mas não encontrei nos supermercados de Santo André, fica pra lista da zona cerealista.
Encontrei algumas maçãs na geladeira, e garanti a cinnamon aple. O purê de batata com alho foi substituído por batata frita, depois que meu filho alegou não existir vampiros e não ter a necessidade de por tanto alho na comida, achei justo.
Como não tinha pão, não precisava de manteiga, o que deixou meu cardápio mais light, faz de conta. Caprichei nas cebolas junto com as bistecas no forno, tudo enrolado com o celofane, aquele ótimo para ganhar tempo e não fazer sujeira.
Depois de um tempo no forno, eu tirei o celofane e fui regando as bistecas com o molho. Levei as maçãs com muita canela e um pouco de melado também ao forno e preparei o molho, também sem receita exata.
Coloquei numa panela, um pouco de azeite, uma cebola triturada,  deixei dourar, acrescentei açúcar mascavo, vinagre de maçã, molho shoyu, cat chup, mostarda, pimenta vermelha e fui misturando. Acertei o sal, experimentei e tive a certza que era o melhor molho da minha vida, deixei apurar um pouco e despejei uma boa parte sobre as bistecas no forno.
A outra parte comeram tudo com as batatas fritas. Quase não monto o prato da foto. Até quem questionou o doce de maçã com comida, comeu tudo e ficou procurando mais.
Vou me preparar psicológica e economicamente para ir ao Outback e reproduzir o cardápio em casa, não no mesmo dia, né? Preciso me ater a dieta coletiva.

9 comentários Adicione o seu
  1. Olá amiga, adorei a receita, deve ter ficado uma delícia esse prato. Adorei ainda mais seu comentário no blog Dieta Coletiva, onde coloca que tem conseguido canalizar de forma adequada os afetos, e que chorar tem sua função bem efetiva. Parabéns! Um beijão

  2. Oi vim te contar um segredinho tambem ando sem elas é muito melhor e como uso vestido comprido ninguem nem nota so o Gato quanto se mete a besta!!!!! Essa bisteca é de porco? esse negocio deve ter ficado boommmmmmmm. Beijiinhos e até mais.

  3. Gente! Entro no blog da linda pela 1a vez e dou de cara com essa bisteca ao molho agridoce? MORRI! Amo comer e amo bisteca! Ficou lindo esse prato e essa foto! Só para constar: fiquei com a boca cheia d’agua…
    Beijos

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